quarta-feira, 20 de julho de 2011

As características das pessoas que ficaram milionárias

Quero iniciar este artigo fazendo algumas perguntas as quais sempre faço nas minhas palestras quando falo sobre dinheiro e que ajudará você a pensar no seu presente e futuro financeiro.

Você esta feliz com sua vida financeira? Se você acumular nos próximos cinco anos o quanto acumulou nos últimos cinco anos, quanto você terá acumulado? Você é mais feliz quando tem dinheiro guardado ou quando esta endividada? Se você perder hoje sua fonte de renda, por quanto tempo você consegue manter o mesmo padrão de vida?

Começar quebrando velhos conceitos contra o dinheiro é bom começo para pensar em ficar milionário. Você ainda acredita que é melhor ser um pobre feliz a ser um rico infeliz? A pergunta que faço é: Você será feliz quando na velhice, estiver pobre, doente, sem dinheiro para comprar seu remédio e, ainda, ter que enfrentar a fila do INSS?

Outra idéia que ainda paira na cabeça de muita gente é a citação: “os ricos não herdarão o reino o céu”. Se você pensa assim, nunca vai ficar rico. Se tem o dinheiro com um inimigo que te faz mal, esse não vem até você e quando vem, inconscientemente você manda -o embora gastando no que não deve. Você quer viver com um inimigo ou com alguém que não te faz bem quando está perto de você? O mesmo vai acontecer com seu dinheiro se pensar assim. Ter dinheiro não é ruim. Ruim é o destino que damos para o dinheiro. Ou não tê-lo.

Uma recente pesquisa mostrou que 84% das pessoas que pensam em ficar milionárias, pensaram em ficar com dinheiro de outras pessoas, isto é: Ficar milionárias recebendo heranças, casar com milionário (a), receber um bom seguro de vida, ganhar na loteria, achar uma mala cheia dinheiro, tomar dinheiro dos outros sobre violência, ganhar dinheiro desonestamente, vender alguém da família ou até vender parte do próprio corpo. Porem, menos de 4% consegue ficar ricas por estes caminhos. Sabendo disso, é melhor escolher outros caminhos para ficar rica.

Quero mostrar algumas características das pessoas que ficaram milionárias honestamente. Veja estas qualidades que elas tiveram que desenvolver para atingir seu objetivo financeiro de maneira honesta.Você também pode desenvolvê-las para alcançar seu objetivo.

Não tenha preguiça de trabalhar: ganhar dinheiro não combina com gente preguiçosa. A disposição para trabalhos é fundamentar para construir riquezas. Comece fazendo o que é preciso com muita determinação e um dia vai fazer o que gosta com muito dinheiro no bolso.

Nunca gaste mais do que você ganha: quem gasta mais do que ganha, fica cada dia mais pobre, paga altos juros, divide seus lucros com financiadores e fornecedores. Tem que saber gastar bem. Não gaste dinheiro fácil porque não se ganha dinheiro fácil.

Desenvolver habilidade para vender as próprias idéias ou produtos: quem sabe vender bem suas idéias, consegue bons empregos consequentemente ganha mais dinheiro, ficando mais perto de se rico.

Construa bons relacionamentos com as pessoas bem sucedidas: você não vai encontrar alguém que era pobre e ficou rico que não tenho bons relacionamentos. Para ficar rico, é preciso saber aceitar as diferencias,É preciso saber conviver com pessoas que pensam diferente de você. Bom relacionamento traz oportunidade de ganhar dinheiro.

Escolha bons mentores: É preciso ter pessoas confiáveis e competentes por perto para que possa dar-lhe boas orientações nos momentos de tomar decisões. Não queira ser egoísta e decidir sozinho, você não sabe tudo.Escrevi um artigo com o titulo “UM grande sonho não se realiza sozinho.” Este artigo mostra mais do que estou falando e pode ser visto no meu site.

Cuide bem da parte física e mental: Uma pessoa doente não pode ter disposição para trabalhar muito e ganhar dinheiro. Quem não cuida bem da mente terá muita dificuldade para encontrar novos caminhos.

Seja honesta consigo e com as pessoas: A pessoa desonesta, pode se dar bem até certo ponto, mas, depois que deixar de ser digna de confiança das pessoas, as portas fecharam as possibilidades de ficar rica.

Sempre tenha uma FÉ inabalável: Fé em Deus, fé em si, fé nos seus objetivos, fé nos outros, fé no seu trabalho. Não adianta desejar ser rico se não acreditar que é possível e nos meios que leva a riqueza.

Ame muito: sempre tenha muito amor em si, no trabalho e nas pessoas. Uma pessoa cheia de ódio não consegue bons parceiros. Para ficar milionário é preciso ter bons parceiros.

Saiba sempre encontrar oportunidades onde outros não conseguiram: Só consegue encontrar oportunidades quem está atento aos menores sinais e esta preparado para aproveitá-los.

Sempre tenha muita coragem para assumir riscos: Uma pessoa medrosa não assume grandes riscos mesmo que eles sejam calculados. Sem riscos não há riqueza.

Deseja ser o próprio patrão: Como empregado, será pago para que, com a força de trabalho, ajude alguém ficar mais rico. Se isso não acontecer você perderá o emprego. Para ficar milionário como empregado você precisará ser um grande executivo que receba excelente salário e participação nas ações da empresa, como isso é para poucos, é bom pensar em ter seu próprio negocio.

Seja especialista no que realiza: Em que você é especialista? Esta sua especialidade é suficiente para lhe tornar milionário?

Seja bem organizado: Dinheiro não combina com desorganização. Seja organizado principalmente com os gastos do dinheiro.

Sempre procure ter ótimos conhecimentos e estar bem informado: Quem tem preguiça de aprender sobre sua atividade, sobre o seu mercado, não consegue acompanhar a evolução do mesmo. Aprender faz muito bem para quem pensa em ficar milionário.

Seja disciplinado: Quando traçar um objetivo, sempre procuram seguir a risca o objetivo traçado. Se você tem dificuldades para cumprir metas, seguir objetivos, cumprir ordem que o próprio negócio exige, você não vai ficar milionário.

Sempre saiba investir no presente e no futuro: É bom ter uma reserva financeira, ela serve para ajudar fazer bons negócios, mas também para não ter que pagar altos juros ou ter que vender parte do patrimônio para equalizar o caixa.

Tenha grande disponibilidade e vontade para ajudar outras pessoas ganhar dinheiro: Acreditar que o negocio só é bom quando é bom para todos. Ganhe, ganhe.

Conte sempre com apoio da família: principalmente do esposo ou da esposa, este apoio é importantíssimo nos momentos difíceis.

Seja persistente: não desista na primeira, segunda ou terceira dificuldade. Nada é fácil principalmente ficar milionário.

Essas são algumas características das pessoas que ficaram milionárias. Você que pretende ficar milionário, pode fazer sua autocrítica e ver em que você já é bom e o que precisa melhorar para acumular 1.000.000,00 (hum milhão de reais) nos próximos sete anos.

Lembre-se: Você precisa ser um finalizador de sonhos em uma sociedade de iniciadores.

Talvez após terminar de ler este artigo, você deve pensar: Nestor é muito difícil fazer tudo isso para ficar milionário. O que posso dizer para você é: O que é fácil nem sempre nos faz bem! Pense nisso e boa sorte.

Nestor de Almeida

http://www.almeida1vencedor.com/index.php?option=com_content&task=view&id=632&Itemid=46

terça-feira, 12 de julho de 2011

Mudar o mundo

Se eu pudesse alcançar as estrelas, eu traria uma para você.

Brilhando sobre meu coração, assim você poderia ver a verdade.

Este amor que eu tenho dentro de mim, parece ser tudo.

Mas eu percebo agora que está somente em meus sonhos,

Que eu poderia mudar o mundo.

Eu seria a luz do sol em seu universo.

Você pensaria que meu amor seria realmente algo bom.

Querida, se eu pudesse, mudaria o mundo.

Se eu pudesse ser rei, somente por um dia.

Eu faria você minha rainha e não teria outro caminho.

Decretaria nosso amor uma regra, neste reino que teríamos feito.

Até então eu serei um bobo, desejando pelo dia,

Que eu poderia mudar o mundo.

Eu seria a luz do sol em seu universo.

Você pensaria que meu amor seria realmente algo bom.

Querida, se eu pudesse, mudaria o mundo.

Querida, se eu pudesse, mudaria o mundo.

Querida, se eu pudesse, mudaria o mundo.

Tommy Sims / Gordon Kenney / Wayne Kirkpatrick

domingo, 10 de julho de 2011

O casal Frank e Lillian Gilbreth e o Estudo dos Movimentos e o Estudo da Fadiga Humana

Frank Bunker Gilbreth nasceu em 1868. Ele começou a fazer observações sobre movimentos com 27 anos de idade, quando trabalhava como superintendente em uma empresa de construção.
Lillian Molle nasceu em 1878 e casou-se com Frank em 1904. Dedicou-se psicologia, ajudando seu marido nos estudos sobre a fadiga.
Gilberth idealizou um estudo estatístico dos movimentos baseado na anatomia e fisiologia humanas sobre os efeitos da fadiga na produtividade do operário. Baseado neste estudo ele verificou que a fadiga trazia efeitos como diminuição da produtividade e da qualidade do trabalho, perda de tempo, aumento da rotação de pessoal, doenças, acidentes e diminuição da capacidade de esforço.
O casal Gilbreth estudou os movimentos visando reduzir o número de ações ao performar uma tarefa, a fim de aumentar a produtividade. Ele buscou compreender os hábitos de trabalho de empregados de indústrias e foram desenvolvidas técnicas para evitar o desperdício de tempo e movimento.
Gilbreth tornou o serviço de um pedreiro mais fácil e rápido. Ao analisar cuidadosamente o trabalho do pedreiro, Gilbreth reduziu o número de movimentos para assentar um tijolo de 18 para 5, diminuindo a fadiga e aumentando a produtividade. Foram desenvolvidos os "therbligs" (Gilbreth ao contrário, com uma pequena mudança), esquema de classificação que mostrava 18 movimentos básicos das mãos.
Também para minimizar a fadiga propuseram o redesenho do ambiente de trabalho, a redução das horas diárias de trabalho e a implantação ou aumento de dias de descanso remunerado.
Frank inventou dispositivos como andaimes móveis, misturadores de concreto, correias transportadoras, barras de reforço, tudo com o objetivo de evitar o desperdício de movimento.
A eficiência e minimização de movimentos eram exemplos do que Gilbreth perseguia. O estudo de movimentos é muitas vezes mal entendido e aplicado num sentido erroneamente limitado. Estudo não requer somente a análise dos movimentos do operador, mas também com a mesma importância, a análise de todo o ambiente de trabalho.
Podemos afirmar que a objetividade dos estudos dos tempos e movimentos proporcionaram:
1. Eliminação de desperdício de esforço humano.
2. Adaptação dos operários a própria tarefa.
3. Treinamento dos operários para melhor adequação a seus trabalhos.
4. Maior especialização de atividades.
5. Estabelecimento de normas detalhadas de execução do trabalho. O trabalho manual pode ser reduzido a movimentos elementares.
Os princípios de economia de movimentos foram classificados em três grupos:
1. Uso do corpo humano, Evitar movimentos inúteis na execução de uma tarefa, buscando o melhoramento e métodos para diminuir os esforços musculares.
2. Arranjo material do local de trabalho, procurando executar, do ponto de vista fisiológico, os movimentos necessários e também buscando selecionar criteriosamente os operários para todas as funções.
3. Desempenho das ferramentas/equipamentos, fazendo com que haja uma sincronia onde os movimentos deverão ter um ritmo apropriado e também treinar de uma forma permanente os operários nos seus postos de trabalho.
A Medida da potencia desenvolvida pelos músculos não encontra aplicação atualmente , embora Franck tenha se preocupado profundamente com os efeitos da fadiga sobre o trabalho. Isso porque se procura hoje utilizar ao máximo, a capacidade humana mais elevada, independente de sua inteligência. Sendo intangível a fadiga, variando de indivíduo para indivíduo, tendo sua origem no esforço proporcionado no momento do trabalho. Desta forma, após ser admitida a sua ocorrência e os seus efeitos, procuraram os técnicos de estudos de tempos estabelecerem coeficiência de tolerância para a fadiga do trabalho na determinação do tempo padrão, através de estudos realizados em laboratórios, tem-se procurado demonstrar o comportamento do rendimento do indivíduo.

Em alguns países industrializados, considerando o Japão como destaque, as empresas adotam a ginástica coletiva, antecedendo ao trabalho, como forma de aquecimento muscular, concorrendo este procedimento para a aceleração do rendimento inicial do trabalhador.
O repouso é globalmente reconhecido como o único meio capaz de eliminar a fadiga. Repouso, não se deve entender apenas o semanal e o diário, mas também todas as interrupções do trabalho, independente de sua natureza. O analista deve estar sempre atento à praticabilidade.
Está provado que deve-se introduzir de acordo com a natureza do trabalho, pequenos intervalos para descanso. Estes intervalos tendem a estabilizar o ritmo diário da produção, afastando o ponto mais crítico de cansaço ou esgotamento, como resultado haverá um aumento sensível da produção do trabalho, haverá menos acidentes e os operários terão mais disposição e pro atividade.
Há indústrias e empresas de grande porte que se admite o repouso coletivo, onde há excesso de esforço físico. Porém, independente do método utilizado para estabelecer o intervalo de repouso intercalado, devemos sobre tudo, entender a importância e a necessidade do descanso.
Reconhecida e admitida a sua importância é importante introduzi-la na determinação do tempo padrão através de coeficientes. Por isso, convenciona-se, tabelas, diagramas, etc, que permite uma medição de esforço físico e de repouso físico, embora já tenha dito que medição de fadiga é praticamente impossível, variando e dependendo do bom senso de cada líder, porém não se pode deixar de considerar parâmetros que se conduza a determinação de tais coeficientes, onde adotá-las ou não é uma questão individual. Porém, aceitá-las é reconhecer a sua validade, tornando o trabalho mais humano e mais prazeroso ao ser executado.
ADMINISTRAÇÃO CIENTÍFICA. Disponível em: http://nutep.adm.ufrgs.br/adp/ACient.html. Acesso em 07 de junho de 2011.
FRANÇA. Administradores.com.br. Disponível em: http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/fadiga-humana-administracao-cientifica/11925/. Acesso em 07 de junho de 2011.
HISTÓRIA DA ADMINISTRAÇÃO. Frank Bunker Gilbreth. Disponível em: http://www.historiadaadministracao.com.br/jl/index.php?option=com_content&view=article&id=196:frank-bunker-gilbreth&catid=10:gurus&Itemid=10. Acesso em 07 de junho de 2011.
SPINER:). Administração Científica. Disponível em: http://www.spiner.com.br/modules.php?file=viewtopic&name=Forums&p=1132. Acesso em 07 de junho de 2011.
WIKIPÉDIA. Frank Bunker Gilbreth. Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Frank_Bunker_Gilbreth. Acesso em 07 de junho de 2011.
SECRETARIA DESENVOLVE PROJETO DE VALORIZAÇÃO DOS AGENTES DE LIMPEZA. Disponível em: http://www.saoluis.ma.gov.br/frmNoticiaDetalhe.aspx?id_noticia=1254. Acesso em 10 de julho de 2011.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

A revolução dos animais


Assisti ao filme “A revolução dos animais” dirigido por John Stephenson para estudar liderança.

Já havia lido, anos atrás na época de escola, o livro de George Orwell de mesmo nome que originou o filme.

Não vou fazer resumo e nem falar da história. Vou comentar as atitudes de Napoleão, o porco que foi o maior mandatário e maior beneficiário da revolução. Ele foi um líder que poderia ter guiado seus comandados ao bem de todos, mas sempre usou sua influência a seu favor, levando à revolução a destruição. Ele tem as habilidades dos líderes, mas sempre usou-as de forma negativa.

Relaciono abaixo as atitudes de Napoleão que os líderes devem evitar ou fazer o contrário se não quiserem tornar maus líderes:

1. Aproveitar situações unindo grupo para obter privilégios;

2. Utilizar da oferta de cargos para conseguir aliados;

3. Utilizar formas de distrair seus comandados para manipulá-los;

4. Dizer-se bom e por isso merecer o melhor;

5. Não lutar com os comandados, mas participar da comemoração das vitórias;

6. Não correr riscos;

7. Procurar ofuscar aqueles que se destacam;

8. Manipular situações em seu favor;

9. Tolher quem pode crescer e superá-lo;

10. Privilegiar a lealdade e não a verdade;

11. Centralizar as decisões;

12. Não se preocupar com a justiça;

13. Vigiar seus comandados;

14. Fazer cobranças ao extremo;

15. Interpretar regras de forma a beneficiá-lo;

16. Satisfazer-se com bajulações;

17. Justificar suas mordomias dizendo que seus comandados serão os próximos a recebê-las;

18. Responsabilizar outras pessoas por suas falhas;

19. Querer o sacrifício dos outros, mas não fazer o mesmo;

20. Quando desobedecido fazer retaliações;

21. Justificar suas ações como necessidades do sistema;

22. Tornar públicas suas punições para servir como exemplo;

23. Seus comandados são pessoas tristes;

24. Queimar seus comandados se isto beneficiá-lo;

25. Para ele todos são iguais, mas uns mais iguais que os outros.

Se você quiser saber um pouco mais sobre o livro acesse o link abaixo. Nele tem um artigo interessante sobre a história e uma analogia sobre seus personagens e personagens da história mundial (principalmente da Revolução Russa).

http://www.auriumsoft.com.br/blog/2009/09/o-livro-a-revolucao-dos-bichos/


segunda-feira, 4 de julho de 2011

Fundamentação Teórica

v Base teórica sobre o tema.

v Conhecer um pouco do assunto antes de elaborar uma proposta de trabalho acerca deste assunto.

v Você precisa estar familiarizado com o tratamento que os pesquisadores vêm dando ao tema para poder estabelecer seu próprio caminho de trabalho, sua própria estratégia.

v Serve para orientar seu trabalho.

v Ao estudar os trabalhos de pesquisadores sobre um assunto, é comum que você realize um texto, apresentando os aspectos mais importantes que você observou das leituras destes trabalhos.

v A história de como os pesquisadores vêm pesquisando o assunto, suas dificuldades, acertos e principais resultados.

v Deverá servir de base para que você defina seu próprio caminho, evidentemente, seguindo as sugestões mais importantes e evitando os erros apontados nos trabalhos já realizados.

v Será o resultado de leituras em fontes bibliográficas com origens diferentes.

v Estas leituras podem iniciar-se pelos livros mais elementares sobre o assunto, depois evoluir aos relatórios técnicos, dissertações e artigos científicos em revistas especializadas.

v O tipo de texto que você vai procurar dependerá da disponibilidade e de seu interesse.

v Mas, o mais importante é que você realize leituras e busque fazer fichamentos destas leituras para, posteriormente, escrever seu próprio texto.

v Muitas pessoas pensam que o texto da fundamentação teórica contém a descrição de cada bibliografia, ou simplesmente um parágrafo escolhido aqui e ali, ou ainda, os mais preguiçosos acham que basta copiar um pedaço do texto e modificar um pouquinho.

v Nada disto é uma fundamentação teórica!

v Você precisará compreender o que o autor quis dizer, explicar com suas próprias palavras o que ele quis dizer;

v Comparar as conclusões que o autor apresenta com as conclusões que outros autores apresentam em trabalhos semelhantes e;

v Muito, muito importante, discutir as diferenças e avaliar porque você concorda com esse, ou com aquele;

v Porque estes ou aqueles resultados são mais confiáveis;

v E quais os problemas que você pensa que não foram adequadamente considerados por este ou aquele autor.

v Não é uma tarefa braçal.

v É uma atividade intelectual que exige grande dedicação.

v Na primeira vez que você tenta fazer uma fundamentação teórica, certamente o resultado não ficará de seu agrado.

v Todavia, à medida que você continua realizando leituras, tentando estabelecer pontos de vista e comparações, o resultado vai melhorando.

v Não existe uma receita; as sugestões acima são apenas indicações.

Por Onde Iniciar a Fundamentação Teórica?

v Costuma-se partir das palavras chave e dos temas principais que estão estabelecidos nos objetivos do trabalho.

v É um início provisório, porque mesmo os objetivos poderão ser alterados após a revisão de bibliografia.

v Afinal, esta revisão serve para auxiliar-nos a melhorar nossa visão sobre o próprio trabalho.

v Procurar um livro que trate do assunto é um bom começo, servindo para que possamos compreender as principais questões relacionadas com o tema.

Por Onde Iniciar a Fundamentação Teórica?

v Depois de estabelecida uma base conceitual introdutória ao tema, precisamos avançar, aprofundar o tema, conhecer os aspectos que estão sendo atualmente priorizados pelos pesquisadores.

v Para isto, melhor que um livro é uma revista científica ou um livro de trabalho apresentados em reuniões científicas, como congressos e simpósios.

v Por quê?

v Por que os artigos científicos discutem trabalhos em andamento ou já concluídos.

v Nos artigos encontramos questões específicas sendo discutidas e não apresentações gerais como existem nos livros.

v E geralmente as questões específicas são de maior interesse para uma fundamentação teórica.

v Ao ler artigos científicos, muitas vezes preciso conhecer um pouco mais da base teórica que os próprios autores empregam em seus trabalhos.

v Então, também busca-se conhecer os autores citados na bibliografia do artigo e, às vezes, retrocedo mais um pouco. Busca-se conhecer os autores fundamentais.

Como Elaborar o Texto da Fundamentação Teórica?

v Costuma-se elaborar por um histórico do tema: escreva os pontos mais significativos em cada período de interesse.

v Depois vá desdobrando este histórico, destacando os trabalhos dos autores que conduziram aos avanços do conhecimento sobre o tema.

v Procure também expor as interpretações que foram julgadas equivocadas e abandonadas posteriormente.

Retirei este texto de uma apresentação de PowerPoint. Não consegui definir a autoria dele (na propriedade consta apenas o nome de Paulo), parece-me uma aula do Curso de Administração da Universidade Católica de Goiás (UCG). Quem preparou o texto parece ter bom conhecimento do assunto e dá boas dicas para se fazer a Fundamentação Teórica. Clique aqui para ver texto na web e baixar baixar a apresentação, se desejar.

domingo, 3 de julho de 2011

Fordismo

Fordismo é um sistema de produção, criado em 1914 pelo empresário norte-americano Henry Ford, cuja principal característica é a fabricação em massa numa linha de montagem automatizada. Na produção em série ou de massa, o produto é padronizado em seu material, mão-de-obra, desenho e ao mínimo custo possível.

Ford utilizou os princípios de padronização e simplificação de Frederick Taylor que dividia as funções em dois níveis, o do planejamento e o da execução. Ford desenvolveu outras técnicas avançadas para a época.

O objetivo principal era reduzir ao máximo os custos de produção, barateando o produto. A progressão do produto através do processo produtivo é planejada, ordenada e contínua. Uma esteira rolante conduz o produto a cada funcionário, eliminando o movimento inútil. As operações são analisadas em todos os seus elementos constituintes. O processo não precisa de mão-de-obra muito capacitada, pois o funcionário executa apenas uma pequena tarefa dentro da produção. Resultando numa maior velocidade de produção e baixos salários como forma de reduzir custos.

Este método de produção exigia vultosos investimentos e grandes instalações.

Para os trabalhadores gerou problemas como trabalho sem conteúdo, repetitivo, desgastante, falta de visão geral sobre todas as etapas de produção e baixa qualificação profissional além de ambientes de trabalho perigosos e insalubres.

Ford adotou três princípios básicos:

1. Princípio de intensificação: diminuir o tempo de produção para rápida colocação do produto no mercado.

2. Princípio de economicidade: reduzir ao mínimo o volume do estoque da matéria-prima em transformação. Fazia com que o produto fosse pago antes de vencido o prazo de pagamento da matéria-prima ou dos salários.

3. Princípio da produtividade: aumentar a capacidade de produção do homem no mesmo período (produtividade) por meio da especialização e da linha de montagem.

O Fordismo foi o sistema de produção que mais se desenvolveu no século XX, sendo utilizado para produção das mais diversas mercadorias. Os países desenvolvidos aderiram a esse método que foi importante para consolidação da supremacia norte-americana no século XX. Os países subdesenvolvidos não se adequaram bem devido ao baixo consumo da produção por falta de recursos de sua população.

Teve o ápice após a Segunda Guerra Mundial, nas décadas de 1950 e 1960, que ficaram conhecidas como Os Anos Dourados.

A partir da década de 1970 entra em declínio, iniciou-se o chamado pós-fordismo. A crítica operária à organização fordista baseada no autoritarismo e no controle trazia à tona a necessidade da busca de novas formas de organização do trabalho.

Após os choques do petróleo e a entrada de competidores japoneses no mercado automobilístico, o Fordismo e a Produção em massa entram em crise.

A General Motors flexibilizou sua produção e adotou um sistema de gestão profissionalizado, baseado em colegiados. Gradativamente surge a Produção enxuta, modelo de produção baseado no Sistema Toyota de Produção. As empresas passam a produzir de forma rápida, eficiente, enxuta e somente para atender demandas, sem a manutenção de grandes estoques.

A rigidez foi a principal causa do seu declínio. Ficou famosa a frase de Ford, que dizia que poderiam ser produzidos automóveis de qualquer cor, desde que fossem pretos.

Ainda hoje percebemos que a contribuição de Ford nos manuais técnicos, na divisão das funções, criação de estratégia comercial e até mesmo na produção em série de alguns produtos.

JUNIOR, José Carlos Guimarães. Henry Ford. Disponível em: http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/henry-ford/10906/. Acesso em: 05 de junho de 2011.

MUNDO EDUCAÇÃO. Taylorismo e Fordismo. Disponível em: http://www.mundoeducacao.com.br/geografia/taylorismo-fordismo.htm. Acesso em: 05 de junho de 2011.

SUA PESQUISA . COM. Fordismo: O que é o Fordismo, características, sistema de produção, Henry Ford, resumo. Disponível em: http://www.suapesquisa.com/economia/fordismo.htm. Acesso em: 05 de junho de 2011.

WIKIPÉDIA. Fordismo. Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Fordismo. Acesso em: 05 de junho de 2011.