sexta-feira, 8 de julho de 2011
Grafite Gospel
quarta-feira, 6 de julho de 2011
A revolução dos animais

Assisti ao filme “A revolução dos animais” dirigido por John Stephenson para estudar liderança.
Já havia lido, anos atrás na época de escola, o livro de George Orwell de mesmo nome que originou o filme.
Não vou fazer resumo e nem falar da história. Vou comentar as atitudes de Napoleão, o porco que foi o maior mandatário e maior beneficiário da revolução. Ele foi um líder que poderia ter guiado seus comandados ao bem de todos, mas sempre usou sua influência a seu favor, levando à revolução a destruição. Ele tem as habilidades dos líderes, mas sempre usou-as de forma negativa.
Relaciono abaixo as atitudes de Napoleão que os líderes devem evitar ou fazer o contrário se não quiserem tornar maus líderes:
1. Aproveitar situações unindo grupo para obter privilégios;
2. Utilizar da oferta de cargos para conseguir aliados;
3. Utilizar formas de distrair seus comandados para manipulá-los;
4. Dizer-se bom e por isso merecer o melhor;
5. Não lutar com os comandados, mas participar da comemoração das vitórias;
6. Não correr riscos;
7. Procurar ofuscar aqueles que se destacam;
8. Manipular situações em seu favor;
9. Tolher quem pode crescer e superá-lo;
10. Privilegiar a lealdade e não a verdade;
11. Centralizar as decisões;
12. Não se preocupar com a justiça;
13. Vigiar seus comandados;
14. Fazer cobranças ao extremo;
15. Interpretar regras de forma a beneficiá-lo;
16. Satisfazer-se com bajulações;
17. Justificar suas mordomias dizendo que seus comandados serão os próximos a recebê-las;
18. Responsabilizar outras pessoas por suas falhas;
19. Querer o sacrifício dos outros, mas não fazer o mesmo;
20. Quando desobedecido fazer retaliações;
21. Justificar suas ações como necessidades do sistema;
22. Tornar públicas suas punições para servir como exemplo;
23. Seus comandados são pessoas tristes;
24. Queimar seus comandados se isto beneficiá-lo;
25. Para ele todos são iguais, mas uns mais iguais que os outros.
Se você quiser saber um pouco mais sobre o livro acesse o link abaixo. Nele tem um artigo interessante sobre a história e uma analogia sobre seus personagens e personagens da história mundial (principalmente da Revolução Russa).
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Fundamentação Teórica
v Base teórica sobre o tema.
v Conhecer um pouco do assunto antes de elaborar uma proposta de trabalho acerca deste assunto.
v Você precisa estar familiarizado com o tratamento que os pesquisadores vêm dando ao tema para poder estabelecer seu próprio caminho de trabalho, sua própria estratégia.
v Serve para orientar seu trabalho.
v Ao estudar os trabalhos de pesquisadores sobre um assunto, é comum que você realize um texto, apresentando os aspectos mais importantes que você observou das leituras destes trabalhos.
v A história de como os pesquisadores vêm pesquisando o assunto, suas dificuldades, acertos e principais resultados.
v Deverá servir de base para que você defina seu próprio caminho, evidentemente, seguindo as sugestões mais importantes e evitando os erros apontados nos trabalhos já realizados.
v Será o resultado de leituras em fontes bibliográficas com origens diferentes.
v Estas leituras podem iniciar-se pelos livros mais elementares sobre o assunto, depois evoluir aos relatórios técnicos, dissertações e artigos científicos em revistas especializadas.
v O tipo de texto que você vai procurar dependerá da disponibilidade e de seu interesse.
v Mas, o mais importante é que você realize leituras e busque fazer fichamentos destas leituras para, posteriormente, escrever seu próprio texto.
v Muitas pessoas pensam que o texto da fundamentação teórica contém a descrição de cada bibliografia, ou simplesmente um parágrafo escolhido aqui e ali, ou ainda, os mais preguiçosos acham que basta copiar um pedaço do texto e modificar um pouquinho.
v Nada disto é uma fundamentação teórica!
v Você precisará compreender o que o autor quis dizer, explicar com suas próprias palavras o que ele quis dizer;
v Comparar as conclusões que o autor apresenta com as conclusões que outros autores apresentam em trabalhos semelhantes e;
v Muito, muito importante, discutir as diferenças e avaliar porque você concorda com esse, ou com aquele;
v Porque estes ou aqueles resultados são mais confiáveis;
v E quais os problemas que você pensa que não foram adequadamente considerados por este ou aquele autor.
v Não é uma tarefa braçal.
v É uma atividade intelectual que exige grande dedicação.
v Na primeira vez que você tenta fazer uma fundamentação teórica, certamente o resultado não ficará de seu agrado.
v Todavia, à medida que você continua realizando leituras, tentando estabelecer pontos de vista e comparações, o resultado vai melhorando.
v Não existe uma receita; as sugestões acima são apenas indicações.
Por Onde Iniciar a Fundamentação Teórica?
v Costuma-se partir das palavras chave e dos temas principais que estão estabelecidos nos objetivos do trabalho.
v É um início provisório, porque mesmo os objetivos poderão ser alterados após a revisão de bibliografia.
v Afinal, esta revisão serve para auxiliar-nos a melhorar nossa visão sobre o próprio trabalho.
v Procurar um livro que trate do assunto é um bom começo, servindo para que possamos compreender as principais questões relacionadas com o tema.
Por Onde Iniciar a Fundamentação Teórica?
v Depois de estabelecida uma base conceitual introdutória ao tema, precisamos avançar, aprofundar o tema, conhecer os aspectos que estão sendo atualmente priorizados pelos pesquisadores.
v Para isto, melhor que um livro é uma revista científica ou um livro de trabalho apresentados em reuniões científicas, como congressos e simpósios.
v Por quê?
v Por que os artigos científicos discutem trabalhos em andamento ou já concluídos.
v Nos artigos encontramos questões específicas sendo discutidas e não apresentações gerais como existem nos livros.
v E geralmente as questões específicas são de maior interesse para uma fundamentação teórica.
v Ao ler artigos científicos, muitas vezes preciso conhecer um pouco mais da base teórica que os próprios autores empregam em seus trabalhos.
v Então, também busca-se conhecer os autores citados na bibliografia do artigo e, às vezes, retrocedo mais um pouco. Busca-se conhecer os autores fundamentais.
Como Elaborar o Texto da Fundamentação Teórica?
v Costuma-se elaborar por um histórico do tema: escreva os pontos mais significativos em cada período de interesse.
v Depois vá desdobrando este histórico, destacando os trabalhos dos autores que conduziram aos avanços do conhecimento sobre o tema.
v Procure também expor as interpretações que foram julgadas equivocadas e abandonadas posteriormente.
Retirei este texto de uma apresentação de PowerPoint. Não consegui definir a autoria dele (na propriedade consta apenas o nome de Paulo), parece-me uma aula do Curso de Administração da Universidade Católica de Goiás (UCG). Quem preparou o texto parece ter bom conhecimento do assunto e dá boas dicas para se fazer a Fundamentação Teórica. Clique aqui para ver texto na web e baixar baixar a apresentação, se desejar.
domingo, 3 de julho de 2011
Fordismo
Ford utilizou os princípios de padronização e simplificação de Frederick Taylor que dividia as funções em dois níveis, o do planejamento e o da execução. Ford desenvolveu outras técnicas avançadas para a época.
O objetivo principal era reduzir ao máximo os custos de produção, barateando o produto. A progressão do produto através do processo produtivo é planejada, ordenada e contínua. Uma esteira rolante conduz o produto a cada funcionário, eliminando o movimento inútil. As operações são analisadas em todos os seus elementos constituintes. O processo não precisa de mão-de-obra muito capacitada, pois o funcionário executa apenas uma pequena tarefa dentro da produção. Resultando numa maior velocidade de produção e baixos salários como forma de reduzir custos.
Para os trabalhadores gerou problemas como trabalho sem conteúdo, repetitivo, desgastante, falta de visão geral sobre todas as etapas de produção e baixa qualificação profissional além de ambientes de trabalho perigosos e insalubres.
1. Princípio de intensificação: diminuir o tempo de produção para rápida colocação do produto no mercado.
2. Princípio de economicidade: reduzir ao mínimo o volume do estoque da matéria-prima em transformação. Fazia com que o produto fosse pago antes de vencido o prazo de pagamento da matéria-prima ou dos salários.
3. Princípio da produtividade: aumentar a capacidade de produção do homem no mesmo período (produtividade) por meio da especialização e da linha de montagem.
O Fordismo foi o sistema de produção que mais se desenvolveu no século XX, sendo utilizado para produção das mais diversas mercadorias. Os países desenvolvidos aderiram a esse método que foi importante para consolidação da supremacia norte-americana no século XX. Os países subdesenvolvidos não se adequaram bem devido ao baixo consumo da produção por falta de recursos de sua população.
Teve o ápice após a Segunda Guerra Mundial, nas décadas de 1950 e 1960, que ficaram conhecidas como Os Anos Dourados.
Após os choques do petróleo e a entrada de competidores japoneses no mercado automobilístico, o Fordismo e a Produção em massa entram em crise.
A General Motors flexibilizou sua produção e adotou um sistema de gestão profissionalizado, baseado em colegiados. Gradativamente surge a Produção enxuta, modelo de produção baseado no Sistema Toyota de Produção. As empresas passam a produzir de forma rápida, eficiente, enxuta e somente para atender demandas, sem a manutenção de grandes estoques.
A rigidez foi a principal causa do seu declínio. Ficou famosa a frase de Ford, que dizia que poderiam ser produzidos automóveis de qualquer cor, desde que fossem pretos.
Ainda hoje percebemos que a contribuição de Ford nos manuais técnicos, na divisão das funções, criação de estratégia comercial e até mesmo na produção em série de alguns produtos.
JUNIOR, José Carlos Guimarães. Henry Ford. Disponível em: http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/henry-ford/10906/. Acesso em: 05 de junho de 2011.
MUNDO EDUCAÇÃO. Taylorismo e Fordismo. Disponível em: http://www.mundoeducacao.com.br/geografia/taylorismo-fordismo.htm. Acesso em: 05 de junho de 2011.
SUA PESQUISA . COM. Fordismo: O que é o Fordismo, características, sistema de produção, Henry Ford, resumo. Disponível em: http://www.suapesquisa.com/economia/fordismo.htm. Acesso em: 05 de junho de 2011.
WIKIPÉDIA. Fordismo. Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Fordismo. Acesso em: 05 de junho de 2011.
domingo, 26 de junho de 2011
Administração Científica
Em 1903 Taylor publica seu primeiro livro “Shop Management” (Direção de Oficinas) onde trata pela primeira vez de suas idéias sobre a racionalização do trabalho.
Em 1911 Taylor publica sua obra mais importante que se tornaria a base da Teoria Geral da Administração, “Principles do Scientific Management” (Princípios da Administração Científica) Taylor descreve toda sua teoria sobre a administração que contém princípios até hoje utilizados.
A administração científica se baseia na aplicação do método científico com o intuito de garantir o melhor custo/benefício aos sistemas produtivos. Taylor propõe a racionalização do trabalho por meio do estudo dos tempos e movimentos.
Os quatro princípios fundamentais da administração científica são:
1. Princípio de planejamento – substituição de métodos empíricos por procedimentos científicos – o trabalho deve ser planejado e testado, seus movimentos decompostos a fim de reduzir e racionalizar sua execução.
2. Princípio de preparo dos trabalhadores – prepará-los e treiná-los para produzirem mais e melhor, de acordo com o método planejado para que atinjam a meta estabelecida.
3. Princípio de controle – controlar o desenvolvimento do trabalho para se certificar de que está sendo realizado de acordo com a metodologia estabelecida e dentro da meta.
4. Princípio da execução – distribuir as atribuições e responsabilidades para que o trabalho seja o mais disciplinado possível.
Sua motivação não era a eficiência nem os lucros para os proprietários. Até o fim de sua vida ele enfatizava que os maiores beneficiários da produtividade deveriam ser os trabalhadores.
Taylor tinha uma visão mecanicista em relação ao homem, que para ele era considerado homo economicus, este não precisaria perder tempo pensando ao produzir; pois sua principal função era produzir um mesmo produto aplicando os mesmos movimentos. Taylor afirmava: "o homem é pago para trabalhar e não para pensar".
Ele defendia que a remuneração do trabalhador deveria ser feita com base na produção alcançada, pois desta forma, ele teria um incentivo para produzir mais. Porém o trabalho sistemático da mão-de-obra operária fazia deles peças descartáveis.
Taylor separou o trabalho manual do trabalho intelectual, dividindo os funcionários entre aqueles que eram pagos para pensar de modo complexo (planejar), e aqueles que eram pagos para executar. Era grande a economia na folha de pagamento, pois a maioria dos trabalhadores era sem qualificação. À direção cabia controlar, dirigir e vigiar os trabalhadores.
Taylor não foi apenas um teórico. Quando ele foi trabalhar na metalúrgica de Bethlehem, que tinha o maior conjunto de máquinas do mundo. Em três anos, graças a seus métodos e equipamentos, a produção triplicou. E os salários haviam ficado 60% maiores, para a satisfação dos trabalhadores.
Entre 1907 e 1915 a quantidade produzida por cada trabalhador americano cresceu, em média, 33% ao ano.
Taylor treinava QUALQUER UM, independente do seu QI ou do resultado do seu teste de aptidão, capacitando-o para fazer, bem feito, QUALQUER TRABALHO. Ele provava diariamente que quaisquer pessoas, inclusive mulheres, podiam aprender qualquer trabalho bastava ser bem treinado e bem acompanhado.
Hitler declarou guerra aos Estados Unidos acreditando que eles não tinham marinha mercante, nem destróieres para protegê-los, nem mesmo a indústria ótica necessária. Aplicando a Administração Científica de Taylor, a indústria americana treinou antigos meeiros, vindos da área rural, transformando os em soldados, construtores de navios e técnicos de produção de instrumentos óticos. Tudo isto em cerca de três a seis meses.
Contribuíram para o desenvolvimento da administração científica: Frank e Lilian Gilbreth que se aprofundaram nos estudos dos tempos e movimentos e no estudo da fadiga; Henry Grant que trabalhou o sistema de pagamento por incentivo; Harrington Emerson que definiu os doze princípios da eficiência; Morris Cooke que estendeu a aplicação da administração científica à educação e às administrações públicas; e Henry Ford que criou a linha de montagem aplicando e aperfeiçoando o princípio da racionalização.
As principais críticas a administração científica são:
Transformação do homem em uma máquina, desencorajado de tomar iniciativas; Não levar em conta o lado social e humano do trabalhador, analisando seu desempenho apenas na linha de produção; Reduzir a satisfação do operário e ele adquirir apenas uma visão limitada do processo; A padronização do trabalho seria mais uma intensificação deste do que uma forma de racionalizar o trabalho; Não abrangeu o conflito que pode haver entre objetivos individuais e organizacionais; Trata a organização como um sistema fechado sem considerar as influências externas.
Pioneiro da consultoria empresarial, depois de Frederick Taylor e seu cronômetro, o mundo nunca mais trabalhou do mesmo jeito.
INFO ESCOLA. Administração Científica. Disponível em: http://www.infoescola.com/administracao_/administracao-cientifica/. Acesso em 06 de junho de 2011.
INFO ESCOLA. Frederick W. Taylor. Disponível em: http://www.infoescola.com/biografias/frederick-taylor/. Acesso em 06 de junho de 2011.
INFO ESCOLA. Taylorismo. Disponível em: http://www.infoescola.com/administracao_/taylorismo/. Acesso em 06 de junho de 2011.
PORTO, Alexandre. Métodos de Frederick Winslow Taylor ainda são usados. Administradores.com.br. Disponível em: http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/metodos-de-frederick-winslow-taylor-ainda-sao-usados/26183/. Acesso em 06 de junho de 2011.
MACIEL, Graccho M. O mito da organização do trabalho. Administradores.com.br. Disponível em: http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/o-mito-da-organizacao-do-trabalho/20698/. Acesso em 06 de junho de 2011.
sexta-feira, 24 de junho de 2011
Ciclo motivacional
Para entender o Ciclo Motivacional primeiramente deve ser feita a diferenciação entre algo motivador e um fator de satisfação:
- A motivação é definida como a inclinação para a ação que tem como origem uma necessidade;
- O motivador é a própria necessidade enquanto o fator de satisfação é alguma coisa que satisfaz esta necessidade.
Um exemplo prático disso é a sede. Água é um fator de satisfação da necessidade sede, o que motiva a pessoa a buscar a mudança de estado é a sede e não a água.
Um exemplo nas empresas é relativo à segurança no trabalho, que é um fator de satisfação da necessidade de se manter vivo. O que motiva o trabalhador é a vida e não a segurança no trabalho.
A motivação, portanto, nasce somente das necessidades humanas e não de coisas que satisfazem estas necessidades.
Transferindo isto para o ambiente das organizações, é possível oferecer fatores de satisfação como dinheiro, reconhecimento ou promoção, mas não é possível motivar as pessoas.
A tarefa da administração passa a não ser de motivar seus empregados, e sim induzi-los a comportamentos positivos. A preocupação deve ser a de manter motivado o trabalhador que chega motivado em seu primeiro dia de trabalho.
As necessidades de auto-realização dos indivíduos são as necessidades mais elevadas, conseqüência da educação e cultura. São raramente satisfeitas em sua plenitude. A necessidade de auto-realização é a síntese de todas as outras necessidades. É o impulso de realizar o próprio potencial, de estar em contínuo auto-desenvolvimento no sentido mais elevado do termo. O homem sempre terá a sua frente uma nova etapa a ser atingida rumo ao desenvolvimento completo de si mesmo.
O comportamento humano pode ser explicado através do ciclo motivacional, isto é, o processo pelo qual as necessidades condicionam o nosso comportamento a algum estado de resolução.
Esse ciclo se divide em seis etapas:
1. O organismo humano permanece em estado de equilíbrio;
2. Um estímulo rompe este equilíbrio;
3. Cria-se uma necessidade;
4. Essa provoca um estado de tensão, insatisfação, desconforto em substituição ao anterior estado de equilíbrio;
5. A tensão conduz a um comportamento ou ação capaz de satisfazer aquela necessidade;
6. Satisfeita a necessidade, o organismo retorna ao seu estado de equilíbrio inicial, até que outro estímulo sobrevenha.

A satisfação é basicamente uma liberação de tensão que permite o retorno ao equilíbrio anterior.
As necessidades não são estáticas, ao contrário, são forças dinâmicas e persistentes que provocam comportamentos. Se o comportamento for eficaz, o indivíduo encontrará satisfação da necessidade e descarregará a tensão que ela provoca, livrando-o do desconfortável desequilíbrio. Satisfeita a carência, o organismo volta ao estado normal de ajustamento ao meio ambiente, onde provavelmente outro estímulo gerará outra necessidade e o processo se reinicia.
Os ciclos se repetem indefinidamente na busca da satisfação das necessidades. Portanto, a satisfação de necessidades passadas não torna o homem acomodado, ao contrário, ela incentiva a iniciativas mais ousadas rumo à auto-realização.
LACERDA, Andréia Ribeiro Fiamoncini. Teoria Geral de Administração. Disponível em:http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/teoria-geral-de-administracao/29440/. Acesso em: 23/06/11.
NETO, Salvador Giglio. Dinâmica das Relações Interpessoais. Universidade Paulista – UNIP, 2009. Disponível em: http://pt.scribd.com/doc/52143467/44/Ciclo-motivacional. Acesso em: 23/06/11.
quinta-feira, 23 de junho de 2011
Como Lidar Com Estresse
-"Qual o peso deste copo d'água? "
As respostas variaram de 250g a 700g.
O palestrante, então, disse:
- "O peso real não importa. Isso depende de por quanto tempo você segurar o copo levantado."
"Se o copo for mantido levantado durante um minuto, isso não é um problema. Se eu mantenho ele levantado por uma hora, eu vou acabar com dor no braço. Mas se eu ficar segurando um dia inteiro, provavelmente eu vou ter cãibras dolorosas e vocês terão de chamar uma ambulância."
E ele continuou: - "E isso acontece também com o estresse e a forma como controlamos o estresse. Se você carrega tua carga por longos períodos, ou o tempo todo, cedo ou tarde a carga vai começar a ficar incrivelmente pesada e, finalmente, você não será mais capaz de carregá-la."
"Para que o copo de água não fique pesado, você precisa colocá-lo sobre alguma coisa de vez em quando e descansar antes de pegá-lo novamente. Com nossa carga acontece o mesmo. Quando estamos refrescados e descansados nós podemos novamente transportar nossa carga."
Em seguida, ele distribuiu um folheto contendo algumas formas de administrar as cargas da vida, que eram:
1 * Aceite que há dias em que você é o pombo e outros em que você é a estátua.
2 * Mantenha sempre tuas palavras leves e doces pois pode acontecer de você precisar engolir todas elas.
3 * Só leia coisas que faça você se sentir bem e ter a aparência boa de quem está bem, caso você morra durante a leitura.
4 * Dirija com cuidado. Não só os carros apresentam defeitos e têm recall do fabricante.
5 * Se não puder ser gentil, pelo menos tenha a decência de ser vago.
6 * Se você emprestar $200 para alguém e nunca mais ver essa pessoa, provavelmente valeu a pena pagar esse preço para se livrar dessa má pessoa.
7 * Pode ser que o único propósito da tua vida seja servir de exemplo para os outros.
8 * Nunca compre um carro que você não possa manter.
9 * Quando você tenta pular obstáculos lembre que está com os dois pés no ar e sem nenhum apoio.
10 * Ninguém se importa se você consegue dançar bem. Para participar e se divertir no baile, levante e dance, pronto.
11 * Uma vez que a minhoca madrugadora é a que é devorada pelo pássaro, durma até mais tarde sempre que puder.
12 * Lembre que é o segundo rato que come o queijo - o primeiro fica preso na ratoeira. Saiba esperar.
13 * Lembre, também, que sempre tem queijo grátis nas ratoeiras.
14 * Quando tudo parece estar vindo na tua direção, provavelmente você está no lado errado da estrada.
15 * Aniversários são bons para você. Quanto mais você tem, mais tempo você vive.
16 * Alguns erros são divertidos demais para serem cometidos só uma vez.
17 * Podemos aprender muito com uma caixa de lápis de cor. Alguns têm pontas aguçadas, alguns têm formas bonitas e alguns são sem graça. Alguns têm nomes estranhos e todos são de cores diferentes, mas todos são lápis e precisam viver na mesma caixa.
18 * Não perca tempo odiando alguém, remoendo ofensas e pensando em vingança. Enquanto você faz isso a pessoa está vivendo bem feliz e você é quem se sente mal e tem o gosto amargo na boca.
19 * Quanto mais alta é a montanha mais difícil é a escalada. Poucos conseguem chegar ao topo, mas são eles que admiram a paisagem do alto e fazem as fotos que você admira dizendo "queria ter estado lá".
20 * Uma pessoa realmente feliz é aquela que segue devagar pela estrada da vida, desfrutando o cenário, parando nos pontos mais interessantes e descobrindo atalhos para lugares maravilhosos que poucos conhecem.
"Portanto, antes de voltarem para casa, depositem sua carga de trabalho/vida no chão. Não carreguem para casa. Vocês podem voltar a pegá-la amanhã. Com tranquilidade."
Fonte:Este artigo circula na Internet desde 2001, de autor desconhecido
domingo, 5 de junho de 2011
Disparada
Prepare o seu coração
Prás coisas
Que eu vou contar
Eu venho lá do sertão
Eu venho lá do sertão
Eu venho lá do sertão
E posso não lhe agradar...
Aprendi a dizer não
Ver a morte sem chorar
E a morte, o destino, tudo
A morte e o destino, tudo
Estava fora do lugar
Eu vivo prá consertar...
Na boiada já fui boi
Mas um dia me montei
Não por um motivo meu
Ou de quem comigo houvesse
Que qualquer querer tivesse
Porém por necessidade
Do dono de uma boiada
Cujo vaqueiro morreu...
Boiadeiro muito tempo
Laço firme e braço forte
Muito gado, muita gente
Pela vida segurei
Seguia como num sonho
E boiadeiro era um rei...
Mas o mundo foi rodando
Nas patas do meu cavalo
E nos sonhos
Que fui sonhando
As visões se clareando
As visões se clareando
Até que um dia acordei...
Então não pude seguir
Valente em lugar tenente
E dono de gado e gente
Porque gado a gente marca
Tange, ferra, engorda e mata
Mas com gente é diferente...
Se você não concordar
Não posso me desculpar
Não canto prá enganar
Vou pegar minha viola
Vou deixar você de lado
Vou cantar noutro lugar
Na boiada já fui boi
Boiadeiro já fui rei
Não por mim nem por ninguém
Que junto comigo houvesse
Que quisesse ou que pudesse
Por qualquer coisa de seu
Por qualquer coisa de seu
Querer ir mais longe
Do que eu...
Mas o mundo foi rodando
Nas patas do meu cavalo
E já que um dia montei
Agora sou cavaleiro
Laço firme e braço forte
Num reino que não tem rei
Geraldo Vandré e Theo de Barros
